Sem email · Sem número · Sem rastreio
Conversa com a tua comunidade
sem dizeres quem és.
Uma alternativa europeia ao Discord. Protege os teus dados e a tua liberdade de dizer o que pensas.
Escolhes um nome e uma palavra-passe, e entras. Não confirmas um email, não verificas um número e não mostras um documento.
As tuas conversas são privadas.
Sem email, sem número de telefone, sem anúncios, sem algoritmo. Não vendemos os teus dados.
O que muda para a tua comunidade
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Entras sem dares nada de ti
Não te pedimos email, número de telefone, selfie nem cartão de cidadão para provar a idade. Os outros vêem o nome que escolhes, e mais nada.
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Ninguém de fora decide o que dizem
Nem nós. As tuas mensagens têm cifra de ponta a ponta: fecham-se no teu telemóvel ou computador e só abrem no aparelho de quem as recebe. O servidor guarda-as fechadas e não as consegue ler. Na tua comunidade, mandam os cargos que ela criar.
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Sem anúncios e sem algoritmo
Não há missões patrocinadas. Ninguém decide o que vês primeiro e ninguém paga para aparecer à frente. O mural mostra as publicações pela ordem em que chegam.
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Não guardamos o que podia fugir
Não temos o teu email, o teu número nem a fotografia de um documento teu. Se alguém atacar o servidor, não encontra nada disso, porque nunca o pedimos.
Parece bom. Mas funciona como o Discord?
Funciona, e a arrumação é a que já conheces. Os canais ficam na barra da esquerda. Dentro de cada canal arrumas as salas por categorias. Há salas de texto e salas de voz.
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Voz e vídeo
As salas de voz ficam abertas. Entras quando queres e vês quem está a falar. A redução de ruído tira o barulho de fundo. A voz e a imagem vão cifradas com a chave do canal, e a nossa máquina que as encaminha não tem chave nenhuma.
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Partilhar o ecrã
Mostras uma janela ou o ecrã todo a quem está na chamada, com a mesma cifra da voz. Na aplicação para computador escolhes a janela numa lista das que tens abertas.
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Amigos e mensagens privadas
Só entra na tua lista quem tu convidas e aceita. Depois falam a dois, em mensagens privadas.
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Mural sem algoritmo
As publicações aparecem pela ordem em que chegam. Ninguém escolhe por ti, e não guardamos dados para o fazer.
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Cargos com cor
Fundador, moderação ou o nome que quiseres. Cada cargo tem a sua cor e as suas permissões.
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Negrito, código e coberto
Escreves com os sinais do costume: negrito, itálico, código e rasurado. Também podes cobrir texto, para não contares o fim a quem ainda não viu. Destapa-se com um clique, e nunca só por passares o rato por cima.
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Fotos, ficheiros e colar
Colas uma imagem na conversa. Se for grande, a aplicação reduz-lha antes de a enviar, para não pesar a quem a recebe. Vai cifrada como as mensagens. Os emojis vêm com a aplicação e não são pedidos a outro servidor.
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Reacções, respostas e menções
Reages a uma mensagem ou respondes só a ela. E vês o que ficou por ler.
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Fixadas no topo da sala
O que interessa fica à vista de quem entra. Quando fixas uma mensagem, a aplicação guarda uma cópia do texto. Assim ela continua lá, mesmo depois de sair do histórico.
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Salas de tickets
Uma sala com outra arrumação. Cada assunto é um ticket com um estado, e quem atende fecha-o. Um ticket não é uma conversa privada, e a aplicação avisa disso quem abre um.
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Procurar no que já foi dito
Procuras nas mensagens de um canal, e a procura corre toda no teu aparelho. O servidor só tem as mensagens cifradas e não as pode procurar por ti. A aplicação guarda as últimas 400 mensagens de cada canal no teu aparelho.
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Convites e verificação
Cada convite tem prazo e um número máximo de usos. E podes confirmar cara a cara que a pessoa é quem diz ser.
Orwell vs Discord
Ponto por ponto. Na coluna da direita está o que o próprio Discord publica sobre si.
| Em concreto | Orwell | Discord |
|---|---|---|
| Email para criar conta | Não se pede. | Obrigatório. |
| Número de telefone | Nunca. Não existe campo para isso. | Pedido para verificar a conta, e exigido por comunidades com verificação alta. |
| Documento ou selfie para provar a idade | Nunca. | Onde a lei obriga, com selfie ou documento, e para espaços com restrição de idade. |
| Anúncios | Nenhum, em lado nenhum. | Quests patrocinadas e anúncios em vídeo, no computador e no telemóvel. |
| Algoritmo a decidir o que vês | Nenhum. O mural é por ordem de chegada. | Recomendações e conteúdo patrocinado à frente do resto. |
| Cifra de ponta a ponta no texto | Sempre. Não há maneira de a desligar. | Não, e diz não ter planos para isso. |
| Cifra de ponta a ponta nas chamadas | Sim. Voz, vídeo e ecrã partilhado. | Sim, desde 2024. |
| Quem tem as chaves | Só os aparelhos de quem conversa. Nós não temos nenhuma. | O Discord, para tudo o que é texto. |
| O que o servidor consegue ler | Nada do que dizes. Guarda as mensagens cifradas, e uma resposta de duas letras tem o mesmo tamanho que um parágrafo. | As mensagens todas. É assim que a moderação de conteúdo funciona. |
| Vender os teus dados a terceiros | Não temos dados para vender. | Diz que não os vende, e usa-os para escolher a publicidade que te mostra. |
| Numa fuga de dados, o que sai | Não guardamos emails, números nem documentos. | Em Outubro de 2025 saíram cerca de 70 000 fotografias de documentos de identificação, por um fornecedor de apoio ao cliente. |
| Quem decide o que podes dizer | A tua comunidade, pelos cargos que criar. Nós não conseguimos ler para decidir. | O Discord, com regras globais aplicadas ao conteúdo. |
| Onde vive, e que lei se aplica | União Europeia (Paris). Lei portuguesa e RGPD. | Estados Unidos. |
| Preço | Grátis. Não há versão paga nem função fechada. | Grátis, com o Nitro a pagar. |
Então como pagamos isto? Montamos este sistema para quem o quer só seu. É desse trabalho que vivemos, e não da tua atenção.
Queres saber como?
Cifra feita para grupos
Usamos a norma aberta RFC 9420, feita para grupos grandes. Quando alguém entra ou sai, as chaves mudam. Quem sai deixa de ler o que vier a seguir. Quem entra não lê as mensagens de antes de entrar. Recebe o mural, as publicações, as salas e os cargos do canal.
Pós-quântico por omissão
A troca de chaves junta o método clássico ao ML-KEM, que resiste a computadores quânticos. Quem guardar hoje as tuas mensagens para as abrir no futuro com um desses computadores não consegue ler nada.
Um servidor que não lê
O servidor guarda as mensagens cifradas durante 30 dias e entrega-as a quem tem a chave. Não sabe o que dizem. Uma resposta de duas letras tem o mesmo tamanho que um parágrafo. As horas ficam guardadas ao minuto, e não ao milissegundo.
A conta é um par de chaves
Não guardamos palavras-passe, por isso não há nenhuma para roubar. A palavra-passe que escolhes abre a conta no teu aparelho e nunca sai de lá. Não há email para cruzar com outros dados, nem reposição de palavra-passe que alguém possa enganar. O código tem licença AGPL-3.0.
As chamadas passam por nós cifradas
A voz, o vídeo e o ecrã passam por uma máquina nossa que os encaminha. A cifra usa uma chave do próprio canal, e essa máquina não tem chave nenhuma. Só entra na chamada quem já podia ler as mensagens do canal. A voz cifrada já funciona no Chrome, no Firefox e no Safari. Um browser que não consiga cifrar a chamada liga-se directamente aos outros, sem passar pela nossa máquina.
Vários aparelhos, uma conta
Cada aparelho que juntas à conta recebe chaves suas. O que não pode acontecer é o mesmo ficheiro da conta ser aberto em dois aparelhos ao mesmo tempo. As chaves dos canais deixam de bater certo e não há maneira de as reparar depois. Por isso a aplicação avisa-te antes de deixar tentar.
Browser ou app
No browser abres e começas, sem instalar nada. A aplicação para computador faz o mesmo e mais duas coisas. Avisa-te de mensagens novas com a janela fechada. E guarda as tuas chaves fora da página que mostra as conversas.
Uma conta serve até quatro aparelhos. A conta é uma chave tua, e não um registo nosso. Vive no aparelho onde a criaste. É daí que juntas os outros: nas Configurações, esse aparelho mostra um código e o aparelho novo lê-o. Cada aparelho vê as conversas a partir do dia em que entra. Podes guardar uma cópia da conta num ficheiro, com uma palavra-passe só para esse ficheiro. Nunca abras o mesmo ficheiro em dois sítios: isso parte a cifra dos canais, e a aplicação avisa-te antes. Se perderes a palavra-passe da conta e não tiveres cópia, a conta perde-se.
Antes de instalares: a aplicação não tem assinatura comercial, por isso o teu sistema vai desconfiar da primeira vez. A página de descargas diz-te onde carregar. Também traz a soma de cada ficheiro, para confirmares que veio mesmo daqui.
- Browser Abrir
- macOS e Windows Descarregar
- Android e iOS Pôr no telemóvel
No telemóvel usas a aplicação do browser, posta no ecrã principal. Não há aplicação nas lojas. Os passos e os limites estão a seguir.
No telemóvel
Não há aplicação nas lojas. Usas a do browser, e o telemóvel deixa-te pô-la no ecrã principal. Fica com ícone próprio e abre numa janela sua, sem barra de endereço. É a mesma de orwell.pt/app. Não tens de instalar actualizações: cada vez que a abres, recebes a versão mais recente. Se sair uma versão nova enquanto a usas, aparece «Há uma versão nova do Orwell», com um botão para recarregar.
Android no Chrome
- Abre orwell.pt/app no Chrome.
- Toca nos três pontos, ao lado da barra de endereço.
- Escolhe «Adicionar ao ecrã principal». Em algumas versões do Chrome, esta opção chama-se «Instalar aplicação» ou «Instalar e criar atalho».
- Confirma em «Instalar». A conta que já tinhas no Chrome continua lá.
iPhone e iPad no Safari
- Abre orwell.pt/app no Safari. Noutros browsers a opção pode não existir.
- Toca em Partilhar, o quadrado com a seta para cima. No iOS 26 pode estar dentro do botão dos três pontos.
- Desce na lista e escolhe «Adicionar ao ecrã principal». Se aparecer a opção de abrir como aplicação web, deixa-a ligada.
- Toca em «Adicionar».
- Cria ou importa a conta já dentro do ícone novo. O iOS guarda os dados do ícone à parte dos do Safari, e uma conta criada no Safari não aparece lá.
Antes de instalares
Sem notificações com a aplicação fechada. Para chegarem ao telemóvel nessa altura, teriam de passar pela Apple ou pela Google. É uma decisão de privacidade que ainda não tomámos. Com a aplicação aberta, os avisos chegam como no browser.
A conta do computador junta-se ao telemóvel a partir do computador. No computador, vai a Configurações, «Aparelhos», «Acrescentar aparelho». Aparece um código. No telemóvel, no ecrã de entrada, escolhe «Juntar este aparelho a uma conta» e lê o código com a câmara, ou cola o link. Os dois ecrãs mostram seis palavras. Continua só se forem iguais. O telemóvel vê as conversas a partir desse momento e não tem a chave da conta: acrescentar ou tirar aparelhos faz-se sempre no computador. Não importes no telemóvel o ficheiro .enclave do computador para o continuares a usar nos dois. Uma conta aberta em dois sítios parte a cifra dos canais, de vez.
No iPhone, iOS 15.4 ou mais recente. Nas versões anteriores não há chamadas cifradas. Com o Modo de Segurança Extrema ligado, o Orwell não funciona, porque esse modo desliga o sítio onde a conta se guarda e as chamadas.
O desenho nasceu no computador. No telemóvel funciona, mas alguns ecrãs ainda ficam apertados. Estamos a adaptá-los.
Procuramos embaixadores
Tens uma comunidade no Discord, no TeamSpeak, no Root, num servidor próprio ou noutra app? Traz o administrador e a comunidade para o Orwell, e testem a app connosco. Não te vendemos nada. Tu testas, e quem faz a app ouve-te.
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O que é
Uma comunidade que chega com o seu administrador. Aceita testar o Orwell e diz-nos o que falta.
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O que a comunidade recebe
- Contacto directo com quem faz o Orwell, num canal privado.
- Um canal próprio. As funcionalidades que a comunidade pedir entram primeiro.
- O nome da comunidade e do embaixador na zona de tributo do site.
- Um distintivo de embaixador na app, ao lado do nome.
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O que pedimos
- Trazer a comunidade, ou uma parte dela, para o Orwell.
- Usar a app a sério durante um mês.
- Dizer o que falha e o que falta, sem filtro.
Cria conta, entra no canal Orwell e escreve «quero ser embaixador» com o nome da tua comunidade. Respondemos lá.
O Orwell está na versão 1.0. Ainda há coisas por fazer, e é por isso que os embaixadores contam.
Quem cuida do servidor
Somos nós que operamos o orwell.pt, a partir de Portugal. O servidor está na União Europeia. Nenhuma empresa de apoio ao cliente tem cópias dos teus documentos, porque nunca tos pedimos. Nenhuma rede de publicidade recebe um perfil teu, porque não fazemos perfis. Não temos investidores à espera de ganhar dinheiro com os teus dados.
Pagamos as contas assim: montamos este mesmo sistema para quem o quer só seu, com a sua marca e a sua gente. O orwell.pt mostra esse trabalho a funcionar. Quem o usa não paga com os seus dados.