Business
O servidor é nosso.
É assim que isto se paga.
O Orwell não vive de anúncios nem da venda de dados, porque não tem nem uma coisa nem outra. Vive de montar este mesmo sistema para quem o quer só seu: a vossa instância, a vossa marca, a vossa gente lá dentro.
O modelo, sem rodeios
Há duas maneiras de uma aplicação de conversa pagar as contas. Uma é vender a atenção de quem a usa, e essa obriga a saber quem tu és, o que dizes e a que horas. A outra é vender o sistema a quem o quer ter. Nós escolhemos a segunda, e é por isso que a primeira nos está fechada mesmo que um dia mudássemos de ideias: não guardamos nada que se possa vender.
-
O orwell.pt continua grátis
É a casa aberta e a montra ao mesmo tempo. Quem lá está não paga, não vê anúncios e não é o produto de ninguém.
-
Quem quer um só seu, paga
Uma vez para o montar, e uma renda para o manter de pé, actualizado e vigiado. É a conta que fecha, e é a única.
-
Nós controlamos as máquinas
A infraestrutura é nossa e está em Portugal. Não há terceiro com uma cópia de nada, porque não há terceiro nenhum no caminho.
O que uma organização leva
Exactamente o que está em orwell.pt, montado de raiz para vocês. Não é um espaço dentro do nosso: é o sistema inteiro, com a porta noutro sítio.
-
Uma instância vossa
No vosso domínio, com o vosso nome à entrada e ninguém de fora lá dentro. Quem se regista, regista-se nela, e as contas são dela.
-
As chaves não são nossas nem vossas
Nascem e morrem nos aparelhos de quem conversa. Nem quem administra a instância consegue ler o que lá se diz, e isso é uma propriedade do desenho e não uma promessa de contrato.
-
A vossa marca
Nome, cor e símbolo, na aplicação, no ícone e na página por onde as pessoas entram.
-
Aplicações para instalar
macOS e Windows com o vosso ícone, e a versão de browser para quem não quer instalar nada. Android e iOS quando existirem, e não antes.
-
As regras são vossas
Cargos, poderes, categorias e retenção. Quanto tempo a instância guarda o que ainda não foi entregue é uma definição vossa, e pode ser zero.
-
Alojado por nós, ou por vocês
Corre na nossa infraestrutura em Portugal, ou na vossa se assim tiver de ser. O acordo muda, o sistema é o mesmo.
Para quem é isto
-
Comunidades de jogo com gente a sério
Milhares de pessoas num sítio que não pode ser fechado, moderado ou vendido por decisão de uma empresa do outro lado do Atlântico. Se a comunidade é o vosso trabalho, alugá-la é um risco de negócio.
-
Quem não pode pôr as conversas numa plataforma alheia
Escritórios, associações, campanhas, redacções. Quando o que se diz é sensível, a moderação de conteúdo de um terceiro deixa de ser uma funcionalidade e passa a ser o problema.
-
Quem quer mudar de casa e levar a gente
Convites com prazo e sem e-mail: mudar de sítio não obriga ninguém a criar uma conta com o nome verdadeiro nem a dar um número de telefone para poder entrar.
Como corre
-
Falamos
Vinte minutos para perceber quantos são, o que fazem lá dentro, e onde é que isto tem de viver. Sai daqui uma proposta com preço, prazo e o que fica de fora.
-
Montamos
Instância, domínio, certificados, marca e aplicações. Entregamos de pé e testado, com as contas de administração já nas mãos de quem manda.
-
Ficamos
Actualizações, cópias de segurança e alguém do lado de cá quando parte alguma coisa. É a parte que se paga todos os meses, e é a que interessa.
Falamos?
Diz quantos são e para que é. A proposta sai com o preço, o prazo e a lista do que fica de fora. Do lado de cá está o Duarte Bivar, que faz o Orwell e trata disto na MagnusLab, que opera o orwell.pt desde o primeiro dia.
Não há formulário nenhum nesta página, e é de propósito: um formulário teria de enviar o que escreves para algum lado, e esta página não fala com servidor nenhum. O endereço é duartebivar@magnuslab.pt, e responde uma pessoa.